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Brasil, Esportes, Mundo, Política

Eleições 2012



E Adriano aprontou outra no Flamengo. O jogador faltou, novamente, aos treinos e a polêmica voltou: Quebra de contrato e dispensar o rapaz ou dar uma, a milionésima, nova chance? A discussão vai muito mais além do que a falta de responsabilidade e comprometimento do jogador. O clube é motivo de chacota entre os torcedores adversários, que acusam a Gávea de ser o paraíso dos baladeiros e descompromissados com o esporte. Eu realmente não sei quem dentro da Gávea defenda a permanência do jogador e os motivos pelos quais essas pessoas apoiam sua estabilidade dentro do clube. Pois eu apoio a essa decisão. A questão Adriano é muito mais humanitária do que outra qualquer. Não sou dirigente e penso que os responsáveis deveriam chamar Adriano e ter uma conversa franca e direta. O clube poderia dar uma nova chance, mediante algumas exigências que deveriam ser cumpridas pelo ex-craque. Enquanto o rapaz estivesse fazendo sessões de fisioterapia e treinos com bola, o clube se responsabilizaria por custear o tratamento psicológico ou qualquer outro tipo de ajuda indicada por especialistas. Não sei se já houve alguma tentativa neste sentido, mas acaso ninguém ainda tenha pensado em alguma possibilidade, ao menos parecida, é bom começar a se questionarem. As inúmeras novas chances que os dirigentes têm dado a Adriano se mostraram inúteis até o presente. A opção da quebra de contrato entre clube e atleta, outra solução defendida por alguns dirigentes e torcedores, poderiam trazer consequências trágicas. Dificilmente Adriano teria chance em outro clube. Deixando o Mengo, desempregado e com os problemas que o acompanham, correríamos o risco de ver um grande talento mudar de endereço da Gávea para o cemitério.


Durante a calma e pacífica campanha a presidência venezuelana, o candidato Hugo Chavez se referiu várias vezes ao seu opositor, Henrique Capriles, como “cochino”. A gíria utilizada naquele país serve para referir-se a “judeu convertido”. Uma página chavista na web denominada “Aporrea” certa vez publicou um guia de como denunciar sobrenomes hebreus, com objetivo de confiscar bens da comunidade judia. Qualquer semelhança com o “fuder” é mera coincidência. O centro escolar da comunidade judia, localizada em Caracas, já foi assaltado duas vezes durante o governo Chavista. O pretexto de estar escondendo armas do Mossad, o serviço secreto israelense. Vale lembrar que o governo de Chavez é simpatizando do governo iraniano dos aiatolás, os mesmos que pregam a destruição do estado judeu. Mas ao que tudo indica a população aprova o político que se parece mais com um projeto mal acabado de Ché Guevara. Chavez foi reeleito para mais um mandato, o quarto. O que mais chamou a atenção foi a pequena margem com que o candidato enraizado no poder, derrotou seu opositor. Em outros anos as diferenças chegaram a quase 30%. Dessa vez Chavez se desdobrou para vencer Capriles por uma diferença de 10% dos votos válidos. Sinais de mudanças?


As palhaçadas dos amistosos da seleção Brasileira continuam. Desta vez o Brasil enfrentará duas seleções poderosíssimas: o Iraque, de Zico e o Japão. E ao que parece o técnico Mano Menezes parece cada vez mais perdido. Não é possível entender a convocação do jogador Kaká. O atleta ficou parado um bom tempo, não vinha sendo aproveitado por Mourinho no Real Madri, disputou poucas partidas no começo do espanhol e foi premiado pelo comandante Mano. É lógico que Kaká é um grande jogador, que merece várias chances, mas futebol não é momento? Os que são convocados são os que estão em melhores condições e é evidente jogando bem? Ao que parece o desespero está batendo as portas do técnico. Enquanto o Brasil vem jogando contra seleções do último escalão do futebol mundial, Mano começa a chamar qualquer um, mesmo fora de condições, para tentar um milagre.


Outro que parece completamente perdido é o técnico Dorival Júnior. No jogo contra o Bahia o técnico inventou a escalação do atacante Hernane. Até aí nada seria anormal, mas basta lembrar que o jogador escalado havia sido considerado “dispensável” pelo técnico há algumas semanas atrás. Nas negociações em que o clube rubro negro trouxe Cléber Santana do Avaí, o jogador do Flamengo foi oferecido como moeda de troca. O próprio Dorival foi consultado e aprovou a dispensa do atleta, afirmando que Hernane não estava mais em seus planos. Algumas semanas depois ele muda de opinião e escala o rapaz como titular no jogo contra o tricolor da boa terra. Na mesma partida as substituições foram equivocadas. Dorival tirou Cléber Santana, mas continuou insistindo em Ibson, que não vem jogando anda há vários jogos. Para o jogo contra o Corinthians, Dorival já escalou para atuar na zaga o craque Wellinton, apelidado pela torcida do Flamengo como entregador de jogos.


No último domingo os brasileiros foram às urnas. É inacreditável e inaceitável algumas figuras bizarras que concorrem a vagas tão importantes para a sociedade brasileira. Vampiro, Safado, Robin, Bixa muda, Hitler, Xibiu, Tieta do agreste, Rola italiana, Zeni Piroca, Lady Gaga, Bin Laden, Chapolin, Pirata (este fantasiado de Jack Sparrow), Pinto (cujo lema é: no dia 7 ajude o Pinto a crescer), Pato Roco, Rambo Gaúcho, Ninguém, Bob Esponja, Seu Madruga, Pica Pau, Batman, entre muitos outros. É claro que estamos em uma democracia, que a ditadura já foi embora há tempos, mas será que não existam mecanismos a fim de impedir essas pessoas em disputarem cargos políticos? E o pior é que tem gente que vota nessas figuras.


A notícia boa dessas eleições foi o aumento de rejeição dos eleitores para candidatos do meio artístico, esportistas e até mesmo oportunistas. No Rio a presidenta do Flamengo Patricia Amorim levou um sonoro não da torcida rubro negra e ficou de fora. Outro que também não se elegeu foi o ex-vice de futebol do clube, Marcos Braz. O ex-candidato a comediante Charles Henriquepedia foi outra figura que os cariocas excluíram da câmara. Em São Paulo Marcelinho Carioca, Vovó da Fiel, Dinei, Veloso, Mulher pera, Serginho (ex-BBB), o ex-ministro dos esportes Orlando Silva, entre outros não foram eleitos. Na Bahia, os baianos disseram não a “Cumpadi Washington”. Com esses resultados, fica a esperança de que a mentalidade dos brasileiros esteja progredindo em questões políticas.


O grande vencedor desta eleição foi o PSD. No ano de 200 o partido havia elegido 113 prefeitos, em 2008 foram 310 e na eleição do último fim de semana o partido elegeu 433 novos prefeitos, um crescimento de 40% em relação as últimas eleições. Em contrapartida o DEM, que vem caindo nas últimas eleições, teve uma queda de 44% em relação as eleições de 2008. Já o PMDB é o partido que ainda detém o maior número de prefeitos no Brasil, 1018, porém esse número diminuiu 15% em relação as eleições de 2008. O partido vem acumulando sucessivas derrotas nas últimas décadas.


TROFÉU VAI TOMAR UM UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU

Patrícia Amorim, como diria o capitão Nascimento peça para sair. Depois da derrota nas urnas a torcida rubro negra, em peso, torcerá pelo seu fracasso nas eleições rubro negras no fim do ano.

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